O Universo Da Faculdade

Então… Criar um blog eu criei, mas o que escrever nele? Por ser de propósito mais geral do que os antigos e mortos Spoiler e SoulAgony, eu meio que ainda estou perdido (também tem o fato de não escrever há algum tempo, o que não ajuda muito).

Talvez seja melhor começar como algo básico. É, um diário virtual não me parece uma idéia tão absurda assim, embora eu não tenha muito o que falar. Minha vida não tem nenhuma grande história de superação, ou de alguém que venceu na vida. Não sou tão gamer quanto acham, nem tenho o tempo que gostaria para ler todos os livros que quero. Também não sou ninguém famoso, com milhares de best-sellers publicados (nem pretendo).

(Enquanto escrevo, um irritante carro de som passa pela vigésima vez em frente à minha casa, anunciando o show da Galinha Pintadinha… Minha vontade é de colocar um Dimmu Borgir no volume máximo que meu som permite.)

Acho que uma das coisas que posso falar é sobre a faculdade. Esse universo mítico que os alunos do terceiro ano do Ensino Médio temem, enquanto todos os outros idolatram. Mas todo mundo se vê na obrigação de ir para lá, querendo estudar ou não. E é ai que começam os problemas.

Pra começo de conversa, eu faço Engenharia Mecânica. Na época não tinha nem idéia do que se tratava, nem pretendia dar continuidade ao curso. Era um experimento: eu faria o vestibular para sentir o nível de dificuldade da coisa, sem aquela pressão de ter de passar, e depois de um ano, com o curso devidamente pesquisado e decidido, me esforçaria ao máximo para entrar em uma faculdade federal e estudaria até meu cérebro explodir.

Acontece que meus pais meio que fingiram seguir esse pensamento, até ver que eu passei em duas das três faculdades que prestei vestibular (UFF e UERJ, para os cursos de Engenharia Mecânica e de Produção, respectivamente). Até para mim isso foi inesperado (afinal, engenharia é sempre muito concorrido), então decidi seguir o que me falaram: ir fazendo a faculdade e ir tentando passar para a UNIFEI (a única em que não passei, para Engenharia Mecatrônica). Na ingenuidade, e na vontade de não ler um ano prestando vestibular novamente, entrei para a UFF.

Vamos colocar assim: meus pais têm uma opinião totalmente equivocada sobre mim. Eu digo que odeio física, e eles dizem que eu sempre gostei; digo que odeio matemática, e eles, novamente, que sempre gostei; e por aí vai.

Agora me perguntem se eu quero ser engenheiro. Vai, manda logo.

Ignorando isso, eu sempre tive a idéia de faculdade como o ápice do conhecimento humano, onde encontraria gente de todo lugar do país, amigos eternos que eu me lembraria no leito de morte, ou nerds, como eu, que gostam de RPG, Magic, jogos.

Minha expectativa era alta. De fato, conheci alguns amigos, mas só. Nada de ápice de conhecimento, nada de “todos unidos pra estudar”, nada de nerdices. Só o que eu vejo são seres individualistas, pessoas que adoram encher a cara (ao menos nisso os filmes acertaram), que te jogam todo o trabalho se você deixar.

Não que na escola tenha sido melhor, mas considerando os prós e contras, só estou perdendo. Mas poderia estar pior; as poucas amizades que tenho são verdadeiras, e de fato aprendi coisas interessantes na faculdade. Até mesmo descobri algo que eu gosto de fazer além de escrever: programar. (Tenho um Google Sites sobre programação, inclusive.)

Bem, espero que consiga tirar algo daí. Deixem comentários, sugestões, assuntos que querem que eu escreva sobre.

Agradeço desde já. ^^

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